Porquê procurar uma alternativa ao Drift
O Drift não é uma ferramenta que um pequeno negócio põe de lado por funcionar mal: pelo contrário, foi quem popularizou o conceito de "marketing conversacional" e, durante anos, definiu o padrão de como um site B2B capta e qualifica leads em tempo real. Hoje faz parte da Salesloft, integrado numa plataforma de vendas pensada para equipas comerciais que trabalham ciclos longos e contas grandes. É precisamente por isso que surge a necessidade de uma alternativa: o Drift foi concebido para um cliente que quase nunca coincide com o da Flatzer. Os seus preços não são publicados por nível e o plano Premium situa-se, segundo informação de mercado, em torno dos 2500 $/mês com faturação anual — um valor que convém tomar como aproximado e confirmar —, o que o coloca fora do alcance de um trabalhador independente, de uma clínica ou de uma PME. A essa distância de orçamento junta-se uma distância de foco: o Drift vive no chat do site corporativo e no email, ligado a um stack de vendas enterprise, enquanto um pequeno negócio precisa de conversar onde o seu cliente já está, normalmente o WhatsApp. E há um terceiro atrito: o Drift é uma plataforma horizontal para B2B, sem qualquer verticalização para serviços locais, pelo que a sua potência só compensa se tiver uma equipa de marketing para a operar. Para quem procura uma "alternativa ao Drift mais barata", a pergunta de fundo raramente é técnica — é de escala: precisa de algo da mesma família conceptual, mas dimensionado para a sua realidade.
